Canção do exílio - Andréa e Beatriz Helena

"Minha terra tem Arrudas
que se regem pelas oncinhas
Os políticos que aqui sobrevoam
poderiam estar em gaiolinhas"
AUTORES: Andréa Zani e Beatriz Helena Silva TURMA:2.5
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O papel das instituições na formação moral do individuo

Pressa, correria, preocupação, ansiedade. Deveres, tarefas, horários. Vida cotidiana. Estamos fascinados e dominados pelo que o mundo comunista pode nos oferecer. E pelas mordomias capitalistas veem-se ações como trapaças, baixaria, corrupção, crimes. A caridade, a compaixão, a ética, o amor, tornam-se valores distantes e oprimidos pelo nosso egocentrismo.


Desde crianças aprendemos o que seria certo ou errado. E esses princípios não nos “surgiram simplesmente”. Alguém nos ensinou a ter essa consciência, formou-nos e nos moldou para podermos viver em harmonia na sociedade: a família, a igreja, a escola e a justiça se encarregam disso.

A instituição família tem um papel fundamental na formação moral do individuo. A ideia de princípios, valores, respeito e ética vem dessa base, quando somos controlados e submetidos à obediência aos pais, aprendendo assim a controlar os “instintos” e pensar em considerar também o outro além de si.

Já a igreja propõe o amor ao próximo, seguir os mandamentos e buscando a santidade, o que nada mais é do que uma idealização dos valores necessários para viver em sociedade. O papel a igreja é muito importante, pois proporciona ao individuo através da fé, um grau de confiança, controle, consolo e consciência, que o ajudaram na formação de sue caráter social.

Também a escola possui um papel importante, pois da ao cidadão a oportunidade de desenvolver sua identidade e autonomia, interagindo com os outros e dividindo as opiniões e ideais com o grupo em que convive. Para isso, professores e alunos, debatem entre si o que seriam posturas adequadas dentro do âmbito social.

Por fim a Justiça atribui limites à sociedade com um conjunto de normas e regras, vinculados a um sistema carcerário que penaliza, se desrespeitadas as leis que defendem a moral.

No entanto, apesar de todas essas “formações morais”, a humanidade falha muito. Na vida prática, não existe mais respeito ao ser humano. Muitos valores estão sendo quebrados por conta do individualismo e do egocentrismo que se espalhou pelo mundo. Um bom exemplo disso em nosso país é a corrupção. Homens, escolhidos por nós, para trabalhar em prol da sociedade, acabam por usar verbas públicas em benefício próprio.

A sociedade sofre com isso. E pede socorro. Pesquisas do IVH (índice de valores humanos), mostram que as prioridades a serem premiadas para uma vida melhor são: a educação, seguida da politica publica, violência, ”valores morais” e emprego. A própria sociedade reclama, e isso mostra que realmente a situação é critica.

A solução é simples. Respeito é o que se precisa. E cabe a essas instituições, já citadas, reforçar seu papel na discussão dos valores, pregando acima de tudo o respeito, tão necessário para que a sociedade encontre o caminho da convivência pacifica.

Profª Flaviana e Monise Coutinho em cerimônia de premiação.

Monise recebe o prêmio pelo melhor texto na categoria segundo ano do Ensino Médio (2011).
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Valores: ontem e hoje

Desde a antiguidade, a sociedade se mostrou frágil no que diz respeito a valores morais. Os séculos passados trazem lembranças de como a falta destes destruíram a estrutura social. Um exemplo foi a queda de Roma, que por não ter tido sua base fundada sobre corretos valores, teve seu império destruído.


A decadência de Roma surge como um exemplo de que valores como respeito e honestidade devem fundamentalmente ser o alicerce onde a sociedade se sustenta. Isso porque o Império Romano vivenciava uma devastadora segregação social, limitando o contato entre indivíduos de diferentes classes sociais. Chegou- se a utilizar faixas de diferentes cores para designar pessoas de alta, média e baixa renda. Atitudes como essa provocaram uma desorganização na sociedade, dificultando o convívio entre os cidadãos.

Porém essa desestrutura social não cessou no século III, com a Queda do Império, ela perdurou durante toda a história da humanidade. No século XIX, a falta de valores morais era criticada pelo Realismo, o qual tinha como principal característica a abordagem de temas sociais. Nessa fase, o abismo causado pela carência de bons valores incomodava os escritores e artistas que através de textos e pinturas fizeram uma denuncia da realidade, aquela caracterizada pela hipocrisia, pelos interesses inescrupulosos, pela mentira e uma série de outros fatores que corromperam o comportamento moral.

E esse problema referente à falta de valores se mantiveram linear, tanto é que nos dias de hoje ainda vivenciamos uma distorção de valores, posta em pratica através de outros meios, como marca de roupa, de carro, e uma série de outros bens materiais que servem como referencia para definir e classificar os indivíduos. Com isso criamos uma sociedade deficiente, onde predomina o egoísmo, já que cada um pensa somente em si ; a intolerância; a violência, que desde sempre nos afeta e é causa de grandes estragos.

É necessária uma reformulação social visando melhorias, que se baseiem em valores morais absolutos, tais como: o respeito, a honestidade, a verdade e a honra. E para isso, a sociedade deve primordialmente dialogar, discutir a vida social e esses valores e através disso alcançar uma sociedade mais justa e saudável.

Profª Flaviana e Paula Gachet em cerimônia de premiação (2011).
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Canção do Exílio - Lais, Gustavo e Guilherme

Minha terra tem palmeiras
Mas em vez do sabiá
Aqui cantam as balas
Fazendo “pá pá pá!” 
Nossas ruas têm mais corpos
Nossas cidades têm mais medos
E as pessoas aqui aguardam
O próximo enterro 
Em cismas, sozinho, à noite
Mais tiros ouço eu cá
Aqui cantam as balas
Fazendo “pá pá pá!” 
Quando passam os bandidos
Rastros de sangue deixam cá
E também fazem feridos
Os policiais que andam por cá 
Não permita Deus que eu morra
Como as pessoas que morrem por cá
Onde cantam as balas
Fazendo “pá pá pá!” 

Lais Fray Ribeiro          R.A.: 10 019
Gustavo Viana              R.A.:  10 049            2.2-D
Guilherme B. Pereira    R.A.:  10 090
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Canção do Exílio da Segurança - Luisa, Maria, Pedro

Minha terra tem bandidos
Que matam, assombram, torturam;
As pessoas que lá vivem
Pouco tempo duram.

Minha terra tem escolas
Onde entra o atirador;
Mata um dois, onze,
Causando dor e terror.

Em cismar, sozinho, à noite,
Várias vezes fui assaltado;
Por pivetes e adultos,
Até meu pai já foi levado.

Minha terra tem polícia
Suja, corrupta, profana;
Desmoralizam o país
E recebem muita grana.

Não permita Deus que eu morra
Com um tiro na cabeça,
Sem que eu desfrute os primores
Da justiça brasileira.

Nomes: Luisa de Carvalho Mesel, Maria Eugênnia Ketelhuth Vicentini, Pedro Henrique Freitas de Assis 2.2 diurno
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Paródia – Canção do Exílio - Matheus Marson

Se minha terra tem palmeiras,
onde mora o Sabiá?
Disseram que seu canto é belo
Mas nunca ouvi ele cantar 
Nosso céu pode ter mais estrelas
Nossas varzeas, algumas flores
Nossos bosques, já  sem vida
vão fugindo dos lenhadores 
Em cismar, sozinho à noite
o prazer tento encontrar
Entre palmeiras já  não se encontra
nem mesmo o tal do Sabiá 
Na minha terra são as dores
que vem pra predominar
Em cismar – sozinho à noite –
decidi aqui ficar 
Não permita Deus que eu volte
pra sofrer como o Sabiá
Vou desfrutar daqui os primores
que já  não acho mais por lá
Se na minha terra tem palmeiras,
onde mora o Sabiá? 


MATHEUS MARSON        RA 10180   2.3 D
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Canção do Exílio - paródia - Fabiana



Minha terra tem massacres,
Tem fofoca é um bafafá
Já não basta o sofrimento,
Além de ver, tem que filmar.

São chacinas,tiroteios
Morre gente cá e lá
Minha terra tem massacres,
Tudo vira um bafafá

Nas manchetes dos jornais
É uma tristeza todo dia.
Rosto sofrido estampado,
Primeira página,minha tia.

Minha terra tem massacres,
Tudo vira um bafafá
E a dor de nós aqui,
É o ganha pão de outros lá.

FABIANA BONUGLI 10614       -      2.3 DIURNO 
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Canção do Exílio Inexilado - Monise e Lucas Felix

Minha terra tem petróleo
Que queima em todo lugar
Naqueles carros de luxo
E nas que nos levam para trabalhar 
O ouro negro chegou ao céu
Nosso céu não tem mais estrelas
Nossas várzeas menos flores
E junto aos nossos bosques
Participam nossos amores 
Olhando o mar, sozinho á  noite
Vejo fogo e dinheiro rolar
Minha terra tem petróleo
Que queima em qualquer lugar. 



Nome: Monise Coutinho Dias R.A. 10233
Nome: Lucas Felix Calandrim R.A. 10062
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